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2 de abril de 2026

Sinal Verde para o Simples Nacional


Câmara Aprova Urgência para Novos Limites

Uma excelente notícia para o empreendedorismo brasileiro! A Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2021.

 

O que isso significa na prática?

O projeto agora pula etapas burocráticas e vai direto para votação no Plenário. A expectativa é que a decisão final saia em tempo recorde!

 

O que muda com a atualização?

 

Os limites de faturamento do Simples Nacional estão congelados há oito anos. O projeto propõe uma correção necessária pelo IPCA e a criação de um gatilho de ajuste anual automático.

Confira como devem ficar os novos tetos:

Categoria Limite Atual Novo Limite Proposto
MEI R$ 81 mil R$ 144,9 mil
Microempresa (ME) R$ 360 mil R$ 869,4 mil
Empresa de Pequeno Porte (EPP) R$ 4,8 milhões R$ 8,69 milhões

Bônus para o MEI: O novo texto também permite a contratação de até dois empregados, impulsionando a geração de empregos formais.

 

Por que isso é importante?

 

Essa atualização não é apenas sobre números; é sobre a sobrevivência e o crescimento dos pequenos negócios:

  • Menos Impostos: Evita que empresas sejam expulsas do Simples apenas por causa da inflação.
  • Crescimento Sustentável: Estimula o empresário a faturar mais sem medo de cair em regimes tributários complexos.
  • Segurança Jurídica: Garante previsibilidade para o planejamento financeiro a longo prazo.

 

A Força do Movimento “Atualiza Simples”

 

Este avanço é fruto de uma forte mobilização nacional. O movimento “Atualiza Simples apoiado por diversas entidades setoriais, tem sido a voz do comércio e da indústria em Brasília.

A união dessas forças foi fundamental para sensibilizar os parlamentares e colocar o tema como prioridade na agenda legislativa de 2024.

 

O que esperar agora?

 

Embora o clima seja de otimismo e consenso, ainda há desafios políticos e fiscais a serem vencidos.

O Sincabiju permanece monitorando cada passo dessa tramitação para garantir que os interesses do setor sejam preservados.

 

Fique atento: a correção dessa defasagem histórica está mais próxima do que nunca!

 

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